sexta-feira, Julho 04, 2008

Rampa: cálculo da inclinação

Como se calcula a inclinação da rampa? Existe alguma maneira simples de a medir?

Vale a pena divulgar a fórmula, e um procedimento expedito para a aplicar no terreno.


A fórmula

Como se sabe, a inclinação máxima das rampas vem indicada, nas normas técnicas, em percentagem (%). Deve notar-se, desde já, que a percentagem de inclinação é muito diferente do grau de inclinação (por outras palavras, 5% não é a mesma coisa que 5º).

A fórmula de cálculo desta percentagem é a seguinte:

Inclinação = altura x 100 : comprimento

Por extenso: a percentagem de inclinação da rampa é igual ao produto da altura por 100, dividido pelo comprimento.

A “altura” é a altura que a rampa vence, medida na vertical, e o “comprimento” é a extensão horizontal em que a rampa vence essa altura.

Na realização do cálculo ambos devem ser referidos na mesma unidade, ou seja, se a altura entrar em centímetros, o comprimento também terá de entrar em centímetros. Se a rampa vencer 8 centímetros numa extensão de 2 metros, usaremos para o cálculo 8cm e 200cm.


No terreno

Para não ter de estar sempre a realizar estes cálculos, podemos usar um “truque”.

Esse “truque” dispensa-nos de medir todo o comprimento da rampa e toda a altura, tomando por referência uma parte da rampa que tenha a mesma inclinação da restante.

Olhando para a fórmula, o que verificamos é que se o comprimento medido for 1 metro (ou 100 centímetros, que é o mesmo), o valor da altura vencida pela rampa será idêntico ao valor da inclinação.

Vejamos:

Inclinação = altura (cm) x 100 : 100 (cm)

Ora, se 100 a dividir por 100 dá 1, então...

Inclinação (%) = altura (cm)

Para aplicar este “truque” no terreno, bastará usar um nível de bolha (à venda em lojas de ferramentas) que tenha 1 (um) metro de comprimento. Se o nível for mais curto, pode adicionar-se uma régua de madeira ou alumínio que tenha 1 metro de comprimento, e fixá-la seguramente (com fita-cola, por exemplo). E depois:

1. Escolha a direcção em que quer medir a inclinação.

2. Coloque o nível na posição horizontal, a tocar com um dos seus extremos no pavimento (Fig. 1).

3. Usando uma fita métrica, meça na vertical, no extremo oposto do nível, a altura que vai do pavimento até à base do nível.

4. O valor que obtiver é idêntico ao valor da inclinação.

Fig. 1 Alinhar a régua, assentar num extremo, colocar de nível

Fig. 2 Medir a altura no extremo oposto.

Outras inclinações

Este método é bastante útil para medir a inclinação longitudinal (na direcção do movimento) de lanços de rampa rectos.

Pode não ser tão fácil aplicá-lo quando se quer medir a inclinação transversal (i.e., a que é perpendicular à direcção do movimento) de lanços rectos.

E não deve ser aplicado em rampas curvas (noutro texto veremos porquê).


PHG 4JUL08

Agradecimentos: Celeste Costa (pela oportunidade), António G., e ao modelo, encarregado da minha primeira obra (Alcântara, 2004)

35 comentários:

Guida Neto disse...

O teor do blogue é muito interessante, dado que permite esclarecer, de forma simples, prática e exequível, dúvidas pertinentes relacionadas com acessibilidade.

Sugiro só, que refira a inclinação máxima regulamentar, de modo que a aplicação do método exemplificado seja delimitado pela legislação.

Pedro Homem de Gouveia, Arq. disse...

Cara Guida,

Agradeço suas palavras.

Tem razão: eu devia ter referido os valores máximos de inclinação:

-- 6% até no máximo 10 metros de extensão;

-- 8% até no máximo 5 metros de extensão;

-- 10 a 12% apenas em edifícios existentes quando não for possível um valor inferior, e em extensões muito mais reduzidas.

Justo Domingues disse...

Olá, uma boa tarde para todos os participantes. Quero desde já deixar a minha nota de apreço ao Sr. Arq. Pedro Gouveia por esta optima iniciativa, muito util. Parabens.
Neste capítulo das rampas, quero apenas colocar esta questão: apresentei um projecto de uma moradia unifamiliar com cave enterrada. A cave serve para estacionamento. A Arquitecta responsável pela apreciação do projecto na Câmara diz que a rampa tem de obedecer ao estipulado na secção 2.5.
Acho que isso seria de ter em atenção se se preconizasse um acesso pedonal à mesma. Tratando-se de um acesso de veículos esta questão já não se põe. Corrijam-me se estou errado, por favor.
Atentamente
Justo Domingues

Pedro Homem de Gouveia disse...

Caro Justo Domingues,

As rampas que têm de cumprir com a secção 2.5, nomeadamente com as inclinações aí estipualadas, são as que estiverem integradas no percurso acessível.

No caso dos edifícios de habitação unifamiliar, como se explica noutro texto do blog, terá de existir, em princípio, de raiz, um percurso acessível entre a entrada no lote e a entrada no edifício.

Desconheço os pormenores do caso, mas do que refere não me parece que a rampa que liga à garagem e apenas à garagem tenha de cumprir com a secção 2.5.

Justo Domingues disse...

É como o Arquitecto diz; A rampa serve a garagem e não se insere no percurso acessível entre o limite do lote e o acesso principal da moradia. Este acesso permite às viaturas acederem à garagem. Mas coloca-se outro problema: Como se efectua a ligação entre a garagem e a zona residencial? No caso que refiro, por escadas! Mas essa questão não me foi colocada pela entidade licenciadora. Pressuponho que, havendo possibilidade de se permitir o acesso à moradia por pessoa com mobilidade condicionada, ela terá de saír da viatura, percorrer o caminho acessível e entrar na moradia Outra pessoa que não tenha mobilidade conicionada, colocará a viatura na garagem e acede através das escadas interiores ou exteriores ??? Não lá muito lógico.

Pedro Homem de Gouveia disse...

Caro Justo Domingues,

existem, de facto, alguns pontos em que as normas parecem pouco lógicas - devemos ter em conta, todavia, que a eventual falta de coerência é devida não a um excesso de exigência, mas a uma falta dela...

Rui ESteves disse...

Carissimo Pedro

Em primeiro lugar também eu quero expressar os meus parabens por esta inciciativa.

No caso das rampas de acesso a viaturas importa saber se estamos na presença de apenas uma rampa passiva de acesso. Que de acordo com algumas interpretações possa ser entendida como o unico acesso a pessoas com mobilidade condicionada e logo a obrigatoriedade do cumprimento do 2.5.
Contudo importa esclarecer que não estou conhecedor do caso em concreto

Pedro Homem de Gouveia disse...

Caro Rui Esteves,

As normas técnicas do DL 163/2006 não distinguem entre rampas activas ou passivas. O que nos interessa saber é se a rampa em causa está ou não integrada no percurso acessível.

Marcelo disse...

boa noite...sou estudante de arquitectura e estou neste momento a fazer um trabalho no qual tenho que usar rampas obrigatoriamente, e nesse sentido este blog foi-me bastante util...

mas tenho uma duvida, ja utilizei a formula dada para calculo da inclinação, mas surgiu-me uma duvida. A inclinação correcta é 6%, mas fazendo os calculos da-me um resultado de 6,9 é considerada uma inclinação legal??

basicamente o que quero perguntar é se as casas decimais interessam, ou nem por isso...obrigado pela ajuda

Anónimo disse...

Boa tarde,
Gostaria de obter um esclarecimento, a rampa onde resido é excessivamente acentuada (1.80m altura x 7.5m comprimento) culminando com uma curva de 90º para a porta da garagem.Temos que subir a rampa "embalados" não deixando muitos espaços para erros. Estas medidas são consideradas normais?

Pedro Homem de Gouveia disse...

Caro anónimo,

inclinação = altura x 100 : comprimento.

(a inclinação é igual à altura a multiplicar por cem e a dividir pelo comprimento)

Se a rampa for recta (isto é, sem curva), uma rampa que vence 1,80m de altura em 7,5m de comprimento tem uma inclinação de 24%.

Essa inclinação é claramente excessiva. Ultrapassa o valor máximo das normas de acessibilidade do DL 163/2006, e tudo indica que constitui um perigo para quem a usa.

Se parte da inclinação é vencida em curva, imagino que o valor da inclinação seja ainda maior.

Anónimo disse...

Caro Arq. Pedro Gouveia. Encontro-me a preparar o processo de licenciamento de ampliação e restauro de uma moradia existente. Actualmente acede-se ao piso de entrada por umas escadas que não cumprem a lei das acessibilidades. No entanto a moradia contém cave de garagem, escritório e wc preparado para pessoas com mobilidade reduzida. É possível o portão de garagem funcionar como acesso no projecto de acessibilidades ou terei de criar uma porta secundária?

Os meus cumprimentos,
André Costa

Pedro Homem de Gouveia disse...

Caro André,

Agradeço o seu contacto. Peço-lhe que me envie a pergunta por e-mail para acesso.portugal@gmail.com

Obrigado,

PHG

Darwin disse...

Darwin
Muito Boa a explicação, é claro que na faculdade te exprimem as formulas, mas sempre é bom ter algo visual em mente.
Se alguem precisa de material da area de engenharia, arquitetura, podem acessar meu blog, no forum se encontram diversos materiais interessantes.
O autor está convidado tambem
www.edificacoes.org
admin@edificacoes.org

Anónimo disse...

Olá Pedro,

Poderia solucionar estas questões para mim?

*A escada E tenha para cada degrau 7cm de largura por 3cm de altura;

*A escada F tenha para cada degrau 3cm de largura por 7cm de altura.

a)Qual é a inclinação da escada E? E da escada F?
b)Qual das duas escadas é mais cansativa para se subir?

Desculpe-me pelo incomodo, mas como entrei no teu blog e verifiquei uma fórmula para achar a inclinação de uma rampa, acredito que poderia me ajudar nestas duas questões com facilidade. Obrigado. Marilia
meu e-mail é limaciuffo@hotmail.com

Anónimo disse...

Olá Pedro,

Não querendo abusar de você, mas preciso de que uma pessoa como você possa me responder as seguintes questões:

a)Quando os engenheiros projetam rampas e ladeiras para serem usadas nas ruas das cidades, eles levam em consideração a relação entre inclinação e esforço? Tente justificar a sua reposta. S não souber, procure o professor de Física ou o de Biologia para conversar sobre esse assunto.
b)Faça uma pesquisa para entender como são as inclinações das ruas de uma cidade.

Aguardo resposta, se não puder me ajudar, irei compreender, mas preciso destas respostas para ontem. Obrigado.
Marilia.
meu e-mail: limaciuffo@hotmail.com

Paulo disse...

Eu não sou arquitecto, mas tenho de construir uma rampa de acesso a cadeira de rodas e gostava de saber quais os comprimentos que necessito em termos de rampa para uma superar uma altura de 1,00m de 0,45m e de 0,30m.

Ou então como se efectuam os cálculos.

Obrigado
PJI

Pedro Homem de Gouveia disse...

Caro Paulo,

São benvindas todas as perguntas, tanto de arquitectos como de não arquitectos.

Para determinar o comprimento da rampa deve ter em conta o seguinte:

1) a altura a vencer pela rampa;

2) independentemente dessa altura, no início e no fim da rampa tem de ter patins de nível com 1,5m de profundidade;

3) se a rampa tiver 6% de inclinação, terá de ter intervalos a cada 10m de comprimento (medidos na horizontal); se a inclinação for de 8%, terá de ter intervalos a cada 5m.

O que a percentagem (%) da inclinação quer dizer é que, por exemplo para 6%, por cada 6cm que subir na vertical, a rampa avança 100cm (1 metro) na horizontal.

No caso das suas alturas:

para vencer 30cm, pode fazer uma rampa com 8%, que terá 3,75m de comprimento (1m + 1m + 1m + 75cm na horizontal para subir 8cm + 8cm + 8cm + 6cm). A estes 3,75m deve acrescentar 1,5m de patim de cada lado, e fica com um comprimento total de 6,75m.

para vencer 1m: se por cada 8cm de altura precisamos de 1m de comprimento (na horizontal), para 100cm de altura precisamos de 12,5m.

Mas aqui, uma vez que com os 8% de inclinação não pode ter mais de 5m seguidos sem patim, terá de meter três patins no meio, e assim fica com: 1,5m (patim na base) + 5m (para subir 40cm) + 1,5m (patim intermédio) + 5m (para subir 40cm) + 1,5m (patim intermédio) + 2,5m (para subir os últimos 20cm) + 1,5 (patim no topo).

Se fizer com 6% de inclinação acaba a poupar espaço.

Anónimo disse...

Meus caros, estou neste preciso momento a olhar para um projecto APROVADO de Arquitectura para uma moradia em Matosinhos, em que a rampa de acesso à garagem tem 44% (!) de inclinação (Alt=3.3m e Comp=7.0m), foi logo a primeira coisa que me saltou à vista! Isto sim é Portugal no seu melhor...

Pedro Homem de Gouveia disse...

Caro Anónimo,

Não compreendo porque é que acha 44% de inclinação um exagero.

O carro do Batman conseguiria facilmente subir essa rampa.

Ou o famoso Kit (com um bocadinho de conversa, ia lá).

Anónimo disse...

Vendo cadeira eléctrica apenas com 6 meses de uso.
Vendo-a porque 6 meses depois de a comprar, cheguei à conclusão que era um erro, porque não me deixava fazer musculatura a nível dos braços, e a partir de aí ficou parada.
Faz verticalização e tem 5 velocidades, para uma velocidade máxima que ronda os 14 km/hora.
Esta como nova, apenas não tem baterias, pois usei as mesmas no meu carro, porém com um investimento de 1.000,00 euros mais duas baterias de automóvel de 40 ou 45 amperes cada uma, com um preço por unidade de 60 euros mais ou menos, podem ter acesso a uma cadeira de rodas eléctrica com verticalização, que na altura custou cerca de 8.000 euros. Qualquer informação adicional, queiram por favor contactar José Lima para: vpcr@clix.pt

joseane disse...

GOSTARIA DE SABER COM FAÇO ESSE CALCULO PARA UMA RAMPA DE UMA ESCOLA QUE VENCE 2 VÃOS DE 4.10 DE ALTURA( COM A LAJE) É EM FORMATO CIRCULAR.
TEM 8.20 DE ALTURA E 28.02 DE COMPRIMENTO, ACHO QUE A INCLINAÇÀO PARA ACESSO DE CADEIRANTE PODE SER DE NO MÁXIMO 8,33%. ME AJUDE POR FAVORRRR, NUNCA CONSIGO CALCULAR RAMPA SEMPRE ME ENROLO!!
OBRIGADA!!

Leno disse...

Oi!
Gostaria de sabe como faço uma rampa de pista de motocross,estamos começando uma e não temos noção de como fazer, Você pode nos ajudar com algumas dicas?
Obrigado!
Leno

André disse...

Bom dia,
Estamos desenvolvendo um equipamento para crianças cadeirantes. Trata-se de um gira-gira que ficará suspenso do piso de 10 a 12 cm, pelos cálculos precisaremos cerca de 1,20m de rampa para acessar a plataforma giratória. Para isso a rampa terá que ficar embutida por baixo da plataforma e para puxá-la, de qualquer forma, a criança precisará de um adulto. Não seria então mais rasoável que essa rampa tivesse uma inclinação maior (16,66%) já que de qulaquer forma a criança deverá estar acompanhada de um adulto? Essa rampa de um comprimento menor (60cm) poderá ser levantada e ser utilizada como travamento da cadeira. Se assim fosse feito ficará fora da norma?
Atenciosamente,
Suzana Cadaval

Ana disse...

Boa tarde!

Preciso da sua ajuda numa dúvida, que penso ser de simples resolução.

Estou a desenhar um parque urbano, onde criei um acesso para pessoas de mobilidade reduzida com várias rampas de 8%, (5m por 40cm) com intervalos planos de 1,5m.

Como o terreno é muito inclinado tive de criar um percurso em passadiço de madeira, pois modelação de terreno aqui iria obrigar-me a cortar todas as árvores do espaço.

No entanto, para a a manutenção de jardins, mata envolvente, cortes de árvores, etc, tenho na mesma de criar um caminho acessível a viaturas (esporadicamente é necessário um camião para a limpeza e manutenção do espaço - podas e cortes de árvores mortas, etc).

Quero mexer no terreno o menos possível, (por causa de não aterrar árvores) mas este é bastante inclinado. Qual a percentagem ideal e máxima possível para esta situação? É que legislação ou recomendações para viaturas não encontro nada... e não queria fazer uma rampa para o batman nem o kit! :)

JUSTO DOMINGUES disse...

Olá Ana.
A questão que coloca é bastante pertinente, e no fundo, vem contrariar tudo o que se possa legislar no que diz respeito às condições de acessibilidades.
Para viaturas, e dado que a minha formação académica é em engenharia, pelo que ainda me recordo nas inúmeras fórmulas que nos despejavam em cima, teríamos de saber que tipo de viatura, potência do motor, binário do motor, blá, blá, blá,blá e só depois iríamos calcular a inclinação provável de rampa. Isso ficou lá tudo bem ordenadinhono no compêndio de "estradas e técnicas de pavimentação" e que só o abri até às vésperas dos exames e frequências. Hoje em dia, não é muito preocupante, mas recorro a uma edição que sem dúvidas é uma ferramente de consulta que considero soberba. Refiro-me ao Neufert - Arte de projectar em Arquitectura.
Salvo opinião contrária de algum postador deste blog (mais que um blog, uma ajuda indispensável), propunha-lhe usar como inclinação máxima 20º.
Atentamente,
A. Justo Domingues

Ana disse...

Caro Arq. Pedro H. de Gouveia

Muito obrigada pela atenção!
Ainda na sexta-feira fui ao neufert e também procurei essas fórmulas na net, mas como não percebo muito de automóveis e motores achei que provavelmente ainda fazia mal os cálculos.

Entretanto hoje achei este documento que penso ser útil e também me deu uma ajuda:

http://www.if.ufrgs.br/~lang/Textos/Ruas_estradas.pdf

Decidi-me pelo declive de 18% (cerca de 10º), mas não estava segura, pois ainda assim me parecia bastante...

Obrigada por me ter respondido, como consigo fazer a rampa com metade do valor que sugere como máximo penso que será viável!

Parabéns pelo blog, vou sem dúvida juntar este à minha lista!

Ana Pacheco
Arq. Paisagista

Ana disse...

Quero emendar o meu erro, quero agradecer ao Eng. Justo Domingues que me ajudou.

O Arq. Pedro H. de Gouveia chamou-me a atenção por email, pois com a pressa nem reparei que não era o dono do blogue a responder-me...

Agradeço a ambos :)

Anónimo disse...

Boa tarde, meu amigo eu preciso descer uma rampa de acesso com 10%p fazer uma garagem em um tereno,essa minha rampa vai ter 6 metros de altura quantos metros de distancia eu tenho que ter, entre o zero e os 6 metros?

Anónimo disse...

Boa tarde, meu amigo eu preciso descer uma rampa de acesso com 10%p fazer uma garagem em um tereno,essa minha rampa vai ter 6 metros de altura quantos metros de distancia eu tenho que ter, entre o zero e os 6 metros?

Anónimo disse...

Gostaria de parabenizar pelo conteúdo enriquecedor, prático e útil que se encontra neste blog. Estou acerca de um problema no meu município, pois sou engenheira da prefeitura; e pesquisando algo que me esclarecesse, achei este tesouro.
Que seja assim conservado, sem inutilidades e vasto em conhecimentos.

Parabéns ao autor!

Paula

Anónimo disse...

Quantos portugueses são necessários para trocar uma lâmpada?

R. Dois, um segura a lâmpada e o outro gira a escada

Rita disse...

Boa tarde,
sou terapeuta ocupacional e estou a tentar tornar acessivel o local de trabalho de uma utente com quem trabalho mas deparei-me com um problema: existe um degrau de 16.5cm de altura mas apenas tenho 70cm de comprimento disponível. Existe alguma alternativa às rampas normais mas de resolução fácil e económica?
Obrigada

JGCosta disse...

Amigo Pedro, quero lhe parabenizar pelo blog e lhe dizer que a sua informação me foi muito útil!

Grande abraço!

Rafael José Kraisch disse...

Bom dia. Meus parabéns. O blog é excelente, e este assunto em específico me auxiliou em muito, já que preciso criar uma rampa para cadeirantes. Vasculhei a internet toda, mas aqui foi a melhor explicação que tive, e pela primeira vez em muito tempo compreendi exatamente como é que deve ser feito para calcular a criação de uma rampa.
Muito obrigado (sou do Brasil).